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Regulamento desportivo

Este é o regulamento desportivo-base. Cada liga deverá publicar seu regulamento específico, incluindo pontuação, calendário, horários, formato e demais detalhes da temporada.

As categorias poderão utilizar a nomenclatura GC — GridLine Class:

  • GC1: categoria de maior nível;
  • GC2: categoria intermediária;
  • GC3: categoria de formação;
  • GC4: categoria adicional, se adotada.

A quantidade de categorias e a existência de cada divisão serão definidas por cada liga.

Uma mesma organização poderá ter equipes em categorias diferentes, por exemplo:

  • Hassen Formula Team GC1;
  • Hassen Formula Team GC2;
  • Hassen Formula Team GC3.

Cada liga deverá informar a quantidade de titulares, reservas e funções internas antes do início da temporada.

As equipes poderão possuir chefe de equipe, engenheiro, estrategista, analista, pilotos titulares, reservas e outros cargos definidos pela própria organização.

O engenheiro e demais integrantes poderão utilizar a Wiki e os dados permitidos para:

  • estudar estratégias;
  • analisar traçados;
  • preparar briefings;
  • orientar pilotos;
  • acompanhar o ritmo de corrida;
  • analisar voltas e resultados;
  • preparar estratégias de pneus, pit stop e energia, quando esses sistemas estiverem disponíveis.

Nenhuma ferramenta externa poderá alterar o jogo, enviar comandos indevidos ou fornecer vantagem obtida por meio de informações ocultas.

Cada liga definirá:

  • duração da temporada;
  • calendário;
  • datas e horários;
  • circuitos;
  • classificação;
  • número de voltas;
  • formato da corrida;
  • critérios de desempate;
  • regras para reservas;
  • procedimentos de desconexão;
  • prazos de recurso.

A organização deverá divulgar essas informações antes do início da competição e comunicar alterações relevantes.

Cada liga poderá definir seu sistema de pontuação. O sistema deverá ser publicado antes da temporada e indicar, no mínimo:

  • pontos por posição;
  • critérios de classificação;
  • pontos de equipes, se houver;
  • tratamento de abandono;
  • efeitos de desclassificação;
  • critérios de desempate.

A liga poderá adotar um sistema de movimentação entre categorias semelhante ao de divisões esportivas, incluindo modelos inspirados no Brasileirão.

Exemplo: em um grupo com 20 pilotos, seis sobem de categoria, seis descem e os demais permanecem. A mesma lógica poderia ser aplicada entre GC1, GC2 e GC3.

Esse modelo é apenas um exemplo. Não existe obrigação de adotar promoção ou rebaixamento, nem de utilizar seis pilotos. Cada liga deverá publicar seu próprio formato.

Após a definição dos pilotos promovidos ou rebaixados, a liga poderá abrir um período de livre negociação entre equipes e pilotos.

Exemplo: se a Ferreti perder um piloto para a GC2 e a BullForce subir um piloto para a GC1, as equipes poderão negociar durante o período definido pela organização.

Depois da livre negociação, caso ainda seja necessário completar as vagas da categoria, alguma equipe com vaga disponível deverá aceitar os pilotos que precisam ser acomodados, conforme o procedimento publicado pela liga.

Esse modelo de negociação é um exemplo de funcionamento possível, não uma regra única obrigatória para todas as ligas.

A liga poderá permitir que uma equipe descarte até um piloto ao final da temporada, caso a medida seja aprovada pela direção da competição.

Pilotos dispensados poderão:

  • ficar sem divisão;
  • ser negociados para uma categoria inferior;
  • trocar de equipe na mesma categoria;
  • aguardar uma nova vaga.

As condições deverão ser publicadas pela liga antes da temporada.

Regras de desgaste de pneus, compostos, pit stops, tempo de serviço e quantidade obrigatória de paradas somente poderão ser aplicadas quando os sistemas estiverem disponíveis na versão do jogo utilizada.

A liga deverá informar essas condições antes da largada.

Limites de pista, Corner Cut, Slow Down, bandeiras e demais punições deverão seguir os recursos disponíveis no jogo e ser explicados no regulamento específico da liga.

Registros gerados pelo servidor terão prioridade sobre informações declaradas apenas pelo cliente do piloto.

Os GDP — GridLine Diretores de Prova — terão a função de acompanhar e fiscalizar as corridas.

GDP não poderão fazer parte das equipes nem correr na competição que estiverem fiscalizando.

A liga deverá publicar quem exerce a direção de prova antes de cada etapa.

São proibidos:

  • cheat;
  • exploit utilizado para obter vantagem;
  • manipulação de resultado;
  • falsificação de prova;
  • fraude de identidade;
  • descumprimento deliberado de punições;
  • interferência externa no servidor;
  • uso de ferramentas para alterar a corrida.

A telemetria e os sistemas anticheat poderão auxiliar a investigação, mas suspeitas deverão ser verificadas conforme o procedimento da liga.

GridLine · jogo de Fórmula no Roblox da Belar Studios. Equipes e patrocinadores são fictícios, criados para o universo GridLine.